terça-feira, 22 de julho de 2014

ARGÉLIA: JOVEM É EXPULSO DO EXERCITO POR SUA FÉ EM CRISTO

Na Argélia, os cristãos são regularmente vítimas de discriminação nos locais de trabalho. Esta é a realidade de Sadek, um jovem de 22 anos, que mora na cidade de Tizi N’Berber, ao norte da província de Béjaïa Sadek. Ele entrou para o Exército em 2011, mas viu sua carreira desmoronar depois de um colega de trabalho ter encontrado uma Bíblia em seu armário.
“Eu estava muito feliz em me juntar ao Exército”, disse Sadek. “Esse era o meu sonho de infância, e no início, não tive problemas com ninguém, eu nem havia, sequer, mencionado a minha fé”. No entanto, tudo mudou quando seu companheiro de quarto encontrou uma Bíblia e outros livros cristãos entre os pertences de Sadek. “Ele queixou-se aos nossos superiores”, contou o jovem.
Sadek relembra esse fato e mostra-se visivelmente afetado. Ele conta que imediatamente após ser delatado, foi convocado por seu coronel, que o expulsou de sua missão sem mais explicações. Além disso, Sadek foi indiciado a comparecer em um tribunal militar de Constantino. O seu crime? Possuir livros cristãos.
Sadek fica chocado com o desenrolar dos acontecimentos. “Eu não entendi o que aconteceu comigo. Eu nunca disse a ninguém sobre a minha fé cristã dentro do quartel e os livros eram para o meu uso pessoal”, argumentou.
O jovem teve de ir ao tribunal para ser julgado, não porque cometeu um crime ou desobedeceu a seus superiores, mas porque tinha livros cristãos em seu armário. “Para minha surpresa eu fui condenado a dez anos de prisão e ao pagamento de uma multa tão grande quanto à soma de todo o dinheiro que o Exército havia gastado comigo: todos os custos da minha acomodação, comida e treinamento, enquanto estava no Exército”.
Intervenção ‘milagrosa’
Sadek seria preso pela posse de livros cristãos, se não fosse por uma intervenção muito especial. “Quando recebi o documento do tribunal e li que seria condenado a dez anos de prisão, fiquei muito triste”, disse ele. “Mas, felizmente, Deus usou um funcionário, que estava no tribunal militar, para me livrar. Este homem, um coronel, e também um nativo da região de Béjaïa, esteve envolvido na manipulação do meu caso. Ele convenceu o tribunal a encerrar a ação judicial contra mim”, conta Sadek, aliviado. Após a intervenção do oficial, o jovem foi libertado.
Embora ele tenha conseguido escapar da prisão, Sadek perdeu o emprego no Exército.
Esta história é apenas uma, de várias outras que expressam a realidade da discriminação no local de trabalho enfrentada por muitos cristãos na Argélia, especialmente aqueles que trabalham no setor público.

FIDEL CASTRO: "O GRANDE CAPITALISTA"

Enquanto Cuba empobrece às claras, o ditador Fidel Castro enriquece por negócios “obscuros”. Essa é a realidade da ilha-prisão Cuba.
Como todo comunista que se preze, Fidel Castro adora o comunismo, desde que seja para o outros, pois para si só o melhor que o capitalismo pode proporcionar. Enquanto sempre pregou o comunismo para o povo, levando milhões à miséria, Fidel acumulou capital e vive como um “burguês”. Mas no caso do ditador não bastava ser o dono dos meios de produção, de forma alguma, era necessário ser dono da Ilha toda, ser o manda chuva.
Enquanto a pobreza é generalizada para a população, os produtos e serviços são ruins e caros, como os sucateados carros dos anos 50, Fidel anda de Mercedes-Benz e nas poucas aparições após “deixar o poder” está sempre vestindo Puma, Adidas ou até a “imperialista” Nike.
O que acabou em Cuba é a possibilidade de uma classe média, pois a elite apenas mudou dos empresários para os governantes. Uma elite branca, que governa a Ilha prisão com pulso firme. Foco na “elite branca” para não deixar cair no esquecimento o fato de que Ernesto “Che” Guevara, um dos (sic) heróis da revolução e maiores assassinos da história, era racista. Sim, ele inclusive disse que “o negro insolente e sonhador gasta seu dinheirinho em qualquer frivolidade ou diversão, ao passo que o europeu tem uma tradição de trabalho e economia”.
Mas voltemos a Fidel Castro.
Enquanto o salário do médico cubano no máximo chega a US$ 41 na Ilha, nesses 54 anos de “revolução” o capitalista Fidel Castro acumulou uma fortuna estimada em US$ 550 milhões, segundo a revista Forbes, uma publicação especializada.
Essa fortuna se deve a negócios “controlados pelo Estado”, mas claro que “o Estado” era e é Fidel Castro. Entre eles o Palácio de Convenções, próximo a Havana, o conglomerado Cimex (varejista) e a empresa Medicuba, que comercializa vacinas e produtos farmacêuticos produzidos em Cuba.
Fidel acumula capital, enquanto o cubano comum acumula dívidas no mercado negro, dificuldades e pobreza.
Parte da fortuna advém também da produtora de rum Havana Club, que foi vendida por US$ 50 milhões à francesa Pernod Ricard. Esse dinheiro foi parar no bolso de Fidel Castro, apesar da empresa ser “estatal”. A verdade é que todas as empresas “estatais” cubanas são mais privadas que qualquer outra e estão sob o controle dos Castro.
O que realmente é estatal em Cuba? Os serviços públicos ruins e o cidadão, sim, este também foi estatizado e é tratado com o mesmo desprezo que os setores de saúde e educação. Tanto que, em 1958, Cuba já tinha 80% de alfabetizados e o melhor índice de saúde da América (melhor que dos Estados Unidos) ficando à frente de países como França, Espanha e Itália em saúde e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Atualmente o país ocupa a 59ª posição no ranking mundial do IDH e, segundo as Estatísticas Mundiais de Saúde de 2013 da OMS, Cuba caiu nas estatísticas de saúde para depois da 40ª posição.
Mas Fidel continua bem e consumindo os produtos importados, bons e mais baratos. Diz ao mundo que Cuba tem a cura do câncer e o único ditador (Hugo Chaves da Venezuela) que se tratou lá dessa doença morreu.
Mas o que importa para Fidel é continuar sendo sustentado pelos “amigos” bolivarianos, socialistas, comunistas e petistas com empréstimos polpudos feitos com o dinheiro do contribuinte desses países (como Brasil e Venezuela) e que provavelmente não voltarão. No caso da Venezuela, através da balança comercial, onde esta vende petróleo mais barato em troca de médicos caros e níquel inflacionado.
No fim, Fidel veste suas roupas importadas, senta numa poltrona confortável em sua mansão, toma seu rum francês produzido em Cuba ou um uísque importado, fuma seu charuto dominicano (que está melhor que o cubano) e relaxa, contando os dólares que engordam seu polpudo patrimônio.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A AMEAÇA AO DIREITO DE PROPRIEDADE NO BRASIL


Em artigo intitulado "Milícias do Pensamento", a Senadora Kátia Abreu (PSD-TO) faz uma revelação aterradora, ou seja, que o PT e seus sequazes introduziram no texto do projeto do novo Código de Processo Civil, dispositivo que, a rigor, acabará com a propriedade privada no Brasil. A Senadora Kátia Abreu, no entanto, não revela quais são os parlamentares que defendem o fim da propriedade privada, fato que transformará o Brasil, a médio prazo, numa República Comunista. 
É de estranhar que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) silencie sobre mais esse atentado à democracia e à liberdade. Sem falar que caso isso seja aprovado terá impacto profundo no setor produtivo brasileiro, pois afugentará investidores determinando no futuro crises de escassez de alimentos, como vem ocorrendo na Venezuela corroída pelo regime comuno-chavista. 


 
Também a grande imprensa brasileira que cobre o Congresso silencia sobre esse absurdo. E o que é mais grave é o silêncio dos parlamentares dos partidos de oposição como o PSDB e o DEM, já que o PSD de Kátia Abreu não chove e não molha. Essa senadora tem sido das poucas vozes a se levantar contra o ataque do PT à democracia, embora seu partido continue mantendo uma posição ondulante em termos políticos e ideológicos.
Transcrevo na íntegra abaixo o artigo da senadora Kátia Abreu. Leiam pois é sumamente importante que todos saibam o que se passa nas sombras do Congresso dominado pelo PT e seus áulicos da base aliada onde se cava a cova para enterrar o cadáver da democracia brasileira.
Do ponto de vista jurídico esse projeto é inconstitucional. Digo e afirmo isso como advogado, pois além de jornalista sou advogado inscrito na OAB-SC. O direito de propriedade é consagrado na Constituição Brasileira e o artifício encontrado pelos comunistas do PT para incluir esse dispositivo no CPC constitui um flagrante atentado à ordem constitucional. Me admira muito é a profunda ignorância, a má fé ou a bajulação pura e simples, ou tudo isso junto, dos assessores jurídicos do Congresso Nacional. Leiam:

MILÍCIAS DO PENSAMENTO
O filósofo italiano Antonio Gramsci ensinava que o teatro de operações da revolução comunista não era o campo de batalha, mas o ambiente cultural, a trincheira do pensamento.
Enquanto Lênin pregava o ataque direto ao Estado, Gramsci sustentava que o novo homem, anunciado por Marx, emergiria não do terror revolucionário, mas da transformação das mentes.
Para tanto, impunha-se a infiltração e o domínio pelo partido dos meios de comunicação --jornais, cinema, teatro, editoras etc.-- e a quebra gradual dos valores cristãos (que ele preferia chamar de burgueses), por meio do que chamava de guerra psicológica.
Segundo ele, é preciso uma reforma intelectual e moral, que leve à superação do senso comum, para a construção de outro consenso monitorado pelo partido.
A relativização desses valores resultaria, numa primeira etapa, numa sociedade mais fraca, destituída de parâmetros morais, mais propícia a absorver os valores do socialismo.
Desnecessário dizer que essa revolução está em pleno curso no Brasil --e não é de hoje.
Entre os consensos construídos, está o de que o produtor rural é um usurpador social, que deve ser permanentemente molestado.
Disso resultou o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), organização sem personalidade jurídica (insuscetível de ser processada por seus atos criminosos), mas com existência concreta, munida de verbas do Estado por meio de ONGs e transgressora recorrente do direito de propriedade, cláusula pétrea constitucional.
Dentro da estratégia gramsciana, as milícias do pensamento valem-se de escaramuças, que consistem em lançar ao debate teses que sabem serão rejeitadas num primeiro momento.
Importa, porém, romper a aura de tabu e acostumar a sociedade a gradualmente absorver o que sempre rejeitou.
Exemplo disso foi o Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH), de 2009.
Trata-se de um conjunto de transgressões democráticas, propondo censura à imprensa, legalização das invasões de propriedades (tirando do Judiciário o poder de arbitragem e incluindo o invasor como instância de mediação), proibição do uso de símbolos religiosos em locais públicos, revisão do currículo das academias militares etc.
Agora, o PNDH-3 que a sociedade rejeitou volta como um fantasma na redação dada por alguns deputados ao artigo 159 do novo Código de Processo Civil.
Constam no texto, entre outras pérolas, que, "nos casos de litígio coletivo pela posse ou propriedade de imóvel urbano ou rural, antes do exame do requerimento de concessão da medida liminar, o juiz deverá designar audiência de justificação prévia de conciliação entre as partes e seus representantes legais".
Isso significa que, em vez da defesa natural da propriedade rural ou urbana, em caso de invasão, os invasores --com seus facões e foices, fazendo uso de cárcere privado de trabalhadores-- deveriam ser previamente ouvidos e defendidos. Os criminosos, preliminarmente, colocariam suas exigências. Imagine se a moda pega e a proposta é estendida a roubo e homicídio.
A aberração não para aí. Diz o parágrafo 2º que, "sempre que necessário à efetivação da tutela jurisdicional, o juiz deverá fazer-se presente na área do conflito".
Não basta, por exemplo, a polícia, que passaria, então, a ter um papel meramente secundário. O próprio juiz, nesses casos, deveria ser obrigado a deixar suas funções para comparecer pessoalmente para ouvir os invasores, os criminosos.
Mais adiante, no parágrafo 4º, outro absurdo: "O juiz requisitará aos órgãos da administração direta ou indireta da União, do Estado ou do Distrito Federal e do município informações fiscais, previdenciárias, ambientais, fundiárias e trabalhistas referentes ao imóvel".
Parece evidente, salvo para crédulos e radicais, que tal forma de mediação visa nada menos do que inviabilizar, tornar nulo o instituto da reintegração de posse. E, junto com a anulação, desapareceria o direito de propriedade, ferido de morte.
Gramsci, no inferno, deve estar celebrando.  

segunda-feira, 14 de julho de 2014

DILMA PLANEJA ACABAR COM A PROPRIEDADE PRIVADA NO BRASIL




Consta do Plano de Governo de Dilma Rousseff(PT),registrado dia 05/07/2010 no TSE, uma meta que, na prática, acaba com a propriedade urbana ou rural. O dono do imóvel não poderá pedir reintegração de posse, caso ela seja invadida. Pelo Plano de Governo de Dilma Rousseff o proprietário terá que enfrentar uma audiência pública, da qual participarão os movimentos sociais para analisar os “direitos humanos” envolvidos. O juiz ficará sujeito à decisão dessa audiência. É fácil imaginar como crescerão o número de invasões e a desordem no campo e nas cidades! Por exemplo: se você tem um apartamento e ele estiver desocupado, pois está em processo de aluguel, e o mesmo sendo invadido você não terá mais direito a ele, se os"movimentos sociais" assim decidirem. É o fim da propriedade privada no Brasil. E a coletivização do País.

Em artigo intitulado "Milícias do Pensamento", a Senadora Kátia Abreu (PSD-TO) faz uma revelação aterradora, ou seja, que o PT e seus sequazes introduziram no texto do projeto do novo Código de Processo Civil, dispositivo que, a rigor, acabará com a propriedade privada no Brasil. A Senadora Kátia Abreu, no entanto, não revela quais são os parlamentares que defendem o fim da propriedade privada, fato que transformará o Brasil, a médio prazo, numa República Comunista.

Senadora Kátia Abreu
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